Refletindo sobre a deterioração das grandes ideologias utópicas que dominaram o século passado, agora corroídas pela realidade e pelas contradições humanas.
Apresento o cupim como retrato do modernismo decadente e carcomido, que mal consegue se sustentar, porém, prenunciando um novo ciclo de vida.
É o início de uma nova era, onde as aspirações individuais e os pequenos significados pessoais ganham destaque, trazendo consigo a esperança de uma renovação e um redescobrimento do propósito na existência humana.
Não acredito mais em novas utopias coletivas, apenas nas individuais, que dão significado à vida de quem as constrói.